A revolução em mobilidade urbana em São Paulo

Quem nunca se atrasou para algum compromisso que atire a primeira pedra!

Ou quem nunca teve que mudar seus horários pensando exclusivamente nos possíveis engarrafamentos que teria que enfrentar também.

A questão é que a mobilidade urbana é uma das pautas mais importantes quando se discute a vida na cidade.

E a sua importância vem do movimento de cada vez mais, as pessoas, em geral, estarem perdendo a capacidade de se movimentarem livremente pelas cidades com qualidade.

Nessa dor, nessa necessidade, muitas empresas, principalmente start-ups têm entrado na corrida em busca de soluções práticas e tecnológicas.

Isso explica, por exemplo, a explosão de bicicletas e patinetes tomando as vias da cidade.

A popularização dessas formas de se locomover vem justamente dessa necessidade de não ficar tão dependente dos meios tradicionais que, hoje, estão superlotados.

O futuro? Bem, teremos que acompanhar como essas evoluções irão se adaptar na cidade.

Não há como negar que precisamos de uma regulamentação que abranja a todos: pedestres, usuários e os meios tradicionais.

Enquanto isso não fica bem delimitado, acompanhamos a revolução urbana acontecendo.

SÃO PAULO

De acordo com dados levantados pela Rede Nossa São Paulo, o paulistano gasta atualmente, em média, 2h25 do seu dia preso no trânsito, se deslocando pela cidade.

Vale ressaltar que esse tempo vem caindo consideravelmente ano a ano.

A pesquisa também mostra que a maioria da população utiliza o transporte coletivo: 47% usam ônibus; 22%, carro; 13%, metrô; 8% andam a pé; 4% utilizam trem; 2%, transporte particular como Uber; 1%, motocicletas; e 1%, bicicleta.

Para ler a pesquisa completa, clique aqui.

E mesmo assim, o que vemos são vias extremamente congestionadas, mesmo com toda a expansão da rede de metrô.

E aí o que a população faz? Procura meios alternativos.

MOTOS

Focada no público que já tem CNH Categoria A, a empresa brasileira Riba tem começado a dar seus primeiros passos em São Paulo.

Oferecendo um serviço de Scooters, o serviço vai funcionar apenas na capital paulista por meio de um aplicativo (disponível para iOS e Android) em que o usuário poderá localizar os scooters mais próximos e fazer uma reserva.

Os scooters terão um baú com o capacete, que estará liberado junto com o veículo.

O aluguel custará R$ 0,59 por minuto, e terão velocidade limitada a 50 km/h, tendo autonomia para rodar 90 km. O RibaShare não terá estações fixas e a empresa irá se responsabilizar por recarregar as baterias do scooter elétrico.

 

O FUTURO

Até o fim do ano, as Scooters poderão ser vistas trafegando junto às bicicletas, bicicletas elétricas e patinetes.

A prefeitura já tem apresentado uma série de regulamentações para que essa coexistência seja pacífica e benéfica para todos os lados.

O certo é que a mobilidade urbana é um grande desafio para o futuro: como fazer isso com qualidade, segurança e sustentabilidade.

Vamos acompanhar…

By |2019-10-03T14:38:18+00:00outubro 3rd, 2019|Notícias|0 Comments