Para ficarmos de olho: a expansão acelerada da Chinesa Tencent

Discreta. Talvez essa seja uma forma de descrever a gigante chinesa Tencent.

 

Segunda maior companhia de tecnologia da Ásia, a empresa fez sua estréia em território nacional ainda em 2018.

 

Estima-se que o investimento que fez na Nubank ultrapassa 180 milhões de dólares.

 

Com braços empresariais e seu dedo envolvido em vários países, a chinesa, porém, é pouco conhecida em linhas gerais.

 

Isso porque, por uma decisão interna, se isentam de colocar sua marca, suas digitais, em suas aquisições.

 

NÚMEROS

 

Segundo um estudo norte-americano que avalia performance financeira, estima-se que o valor da Tencent esteja avaliado em aproximadamente 384 bilhões de dólares.

 

Para se ter uma ideia do seu poder, no ano que passou, a empresa chinesa faturou US$ 19,7 bilhões vindo diretamente das vendas associadas a jogos.

 

Na segunda e terceira posições temos Sony e Microsoft, com US$ 14,2 bilhões e US$ 9,7 bilhões, respectivamente.

 

Num contexto geral, o aporte da Tencent é o terceiro grande investimento dos chineses no setor de tecnologia brasileiro neste ano.

 

Em janeiro, a Didi Chuxing comprou o controle da 99, startup de mobilidade urbana, por US$ 600 milhões.

 

No mês passado, foi a vez do fundo GGV aportar US$ 63 milhões na startups de bicicletas Yellow.

 

 

A ESTRATÉGIA

 

A empresa chinesa tem expandidos-se através do mercado digital, criando braços e se inserindo em espaços já criados.

 

Para se consolidar ainda mais, a Tencent quer focar em experiências e conexões sociais entre as pessoas. O que isso significa?

 

Seus investimentos virão em produtos e serviços que afetam e fazem parte da rotina das pessoas – músicas, filmes, jogos e mobilidade.

 

A Tencent percebeu que não dá mais só para oferecer.

 

Seus clientes querem estar, fazer parte.

 

É a era da experiência.

By |2019-11-07T14:29:52+00:00novembro 7th, 2019|Notícias|0 Comments