Que raiva da Professora Neide

A professora Neide foi minha professora de língua portuguesa durante todo o meu primário.
Ela foi o meu inferno na terra. Além de severa, tínhamos a obrigação de não poder pensar. Imagine o que aconteceu na relação entre a sua austeridade e minha rebeldia…muita merda. 

Foi com ela que degustei a minha primeira e única nota abaixo da média. Não tinha uma semana sequer que não era colocado para fora da sala e tomava um chá na sala da diretora. 

Bem, essa história me acompanhou durante anos e foi a grande responsável por ser quem sou hoje. Criou um couro grosso e me ajudou a cada vez mais acreditar que somos seres pensantes e que temos a obrigação de buscar o que é melhor para nós e para o mundo.

Mas esse texto não é sobre comportamento humano ou o esquema pedagógico que não ensina a pensar. Hoje quero falar do poder da palavra.

A comunicação, independentemente de como ela é passada, é nossa maior arma e poder de expressão. 

Escrever é a arte de saber se expressar através das palavras, mas não da forma que está estruturando sua ideia e sim da forma que seu público consiga entender o seu pensamento.
Parece fácil né… mas a coisa bem complexa.

Para essa competência, hoje usamos o termo COPYWRITING.
De forma resumida é a arte de saber expressar o seu desejo de forma que seu público seja impactado e que desperte o interesse pela sua mensagem.

Além de tudo que aprendemos na escola com ortografia e gramática, essa competência exige um grande conhecimento geral e neuropsicológica.

Conhecer a persona do seu público, seus desejos, momentos críticos de sua jornada e a mensagem chave para cada um desses momentos é crucial para conseguir encaixar sua mensagem ao momento e despertar interesse por ela.

Essa competência ganhou muita expressividade nos últimos tempos, principalmente no universo digital e evidenciada durante a pandemia. Isso principalmente porque perdemos a principal arma de condução de jornada, a persuasão 1:1 no papel da força de vendas.

Como sempre gosto de analisar as coisas por todos os pontos de vista (minha diferença com a professora Neide), gostaria de lançar uma reflexão para todos. Essa necessidade ganhou evidência em função da aceleração da comunicação digital ou sempre reservamos essa competência ao pessoal de vendas?

Sinceramente acredito muito na segunda opção. Fomos criados para pensarmos em linha e apenas desenvolver as habilidades pertinentes ao nosso papel. Hoje somos cada vez mais exigidos a sermos um profissional T, ou seja, uma perna de grande conhecimento, mas uma visão ampla do todo. Estamos inseridos num momento de criação de ecossistemas em torno de um propósito, muitas vezes representado pela figura do cliente e pela matéria intitulada como CUSTOMER CENTRICITY.

Ter a habilidade do COPY perfeito é saber se comunicar com seu público, independente da forma e atraí-lo para sua mensagem chave e possibilidades que sua proposta oferece pelo seu propósito. Sempre de forma independente do meio. 

Acredito que esse é o maior desafio que temos hoje.
Construção de funis perfeitos de vendas e estruturação de copywriting bem desenvolvidos para estimular a navegação do cliente por nosso funil.

Para ajudar vocês sobre a técnica de desenvolvimento de copywriting muito bem feitos separei um material muito interessante sobre gatilhos mentais. Essa é uma importante técnica que devemos dominar para construir um bom conteúdo. https://blogdaliga.com.br/27-gatilhos-mentais-poderosos-para-sua-estrategia-de-marketing/

Espero que gostem da leitura. Forte abraço

 

Autor: Evandro Lopes
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By |2021-11-25T10:35:18+00:00novembro 25th, 2021|Notícias|0 Comments